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MINICURSOS

EMENTA: Por toda parte a degradação dos solos avança preocupante e um dos agravantes é o pouco conhecimento que as pessoas têm sobre a importância do solo – recurso natural, finito, não renovável e fundamental à manutenção da vida. O solo é um mosaico de cores, texturas e consistências. Dentre as características morfológicas, a cor é a que causa maior efeito visual, sendo possível seu uso para as atividades lúdicas e artísticas, sobretudo no contexto da Educação Ambiental, Educação Artística e Educação em Solos. Dentre suas diversas potencialidades de uso, o solo apresenta-se como matéria prima para a produção artesanal de tinta, a geotinta – ecotecnologia social de elevado valor ambiental, econômico e cultural. Essa possibilidade e potencialidade surge como alternativa para geração de trabalho e renda e principalmente, como prática educativa para estimular a valorização de recurso tão nobre – o solo. A proposta de minicurso objetiva apresentar aos participantes a atividade artesanal de pintura com tinta de terra – Geotinta – ecotecnologia social, como proposta de Educação em Solos, para contextualização da temática em sala de aula e valorização dos recursos edáficos. O minicurso será desenvolvido em quatro módulos, compreendendo: I- Introdução ao estudo do solo. Morfologia dos solos: cor e textura. II - A arte da pintura. Tinta ecológica de terra. III - Apresentação das cores da terra. Recortes e técnicas iniciais. Confecção da tinta e pinturas. IV - Produção das peças em telas e outros materiais. V - Finalização. Retoques. Exposição das peças. A proposta possibilitará a releitura dos recursos edáficos, pela oportunidade da inserção da discussão de conteúdos em sala de aula, ao tempo que contribuirá para a potencialização de habilidades que permitirão agregar renda e cidadania, trazendo uma reflexão crítica da necessidade de discutir o tema solos nas diferentes disciplinas, considerando a urgência em disseminar e popularizar o ensino de solos para adoção de práticas sustentáveis e conservação ambiental.
MINISTRANTES: Adriana de Fátima Meira Vital (UFCG); Regiane Farias Batista (UFCG); Jessica Micaele Mota De Araújo (UFCG)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 1

EMENTA: O leite possui alto valor nutritivo favorece também o desenvolvimento de microrganismos, podendo ser desejáveis e indesejáveis, esses microrganismos podem alterar as características organolépticas e a sua inocuidade. Esse crescimento microbiano é resultante da temperatura de conservação inadequada e falhas de higiene no momento da ordenha, assim como outros fatores. Diante desse exposto, esse mini-curso enfatiza apresentar as principais práticas de higiene e manipulação que devem ser tomadas ao longo da cadeia produtiva do leite, afim de que sua qualidade não seja comprometida. O conteúdo a ser explorado em sala, será abordado de maneira teórico/prático, por meio de recurso digital, onde serão abordados alguns pontos, como: Composição do leite, manejo na ordenha, principais alterações no leite, métodos de análise e controle de origem e rastreabilidade. Como atividade prática, será executada algumas análises de plataforma que são essenciais para determinar a qualidade do leite, como: Acidez Dornicº, estabilidade ao Alizarol e Densidade. Em virtude de sua perecibilidade e alto consumo, a aplicação das boas práticas deve ser tomada desde a ordenha até a plataforma de recepção da indústria de laticínios onde o leite será beneficiado ou processado. A qualidade do leite destinado ao consumo humano tem despertado a atenção e a preocupação de pesquisadores e das indústrias de laticínios, tendo em vista a importância que este alimento assume quanto ao aspecto nutricional, econômico-social e de saúde pública. De uma forma geral, esse trabalho contribui de maneira significativa para formação e capacitação de estudantes e profissionais que atuam na área. Sendo necessária a formação de profissionais que possua habilidades e que saiba aplicar técnicas que possa monitorar a qualidade do leite.
MINISTRANTES: Calionara Waleska Barbosa de Melo (UFBA); Francilayne Rodrigues Barbosa (UFPB)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 1

EMENTA: O SURFER® é um pacote de programas comerciais desenvolvidos pela Golden Software Inc., é um software utilizado para modelagem de terreno, mapeamento de contorno, isolinhas, geração de mapas de superfície 3D, entre outros, e que pode ser utilizado para a confecção de mapas de variáveis a partir de dados espacialmente distribuídos, ou seja, produção de mapas digitais por meio da interpolação de dados geoespacializados. O objetivo principal do minicurso é o ensino à estudantes e profissionais de pesquisa e ensino de técnicas de elaboração de mapas usando o Software Surfer, em sua versão demo. As etapas necessárias ao transcorrer do minicurso serão: introdução e conceitos (arquivos XYZ, editando arquivos, formatando planilhas, formatando dados, modos de salvar dados), métodos de interpolação (escolhendo o método de criar o arquivo GRID, interpoladores), arquivos BLN e SHAPE (manipulação e produção de dados), mapas de contorno e tridimensionais (criando um mapa de contorno, níveis de contorno, cores de contornos e preenchimentos, limpando áreas desnecessárias, criando arquivos de níveis), interpretação de mapas. Inserido na área temática de geociências do CONAPESC, é um curso que pode levar aos aprendizes ferramentas simples que facilitam na interpretação de dados geoespecializados nas mais diversas áreas da natureza e humana.
MINISTRANTES: George do Nascimento Ribeiro (UFCG)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

EMENTA: Este minicurso tem por objetivo promover com professores, atuais e futuros que ministram (ão) aulas de matemática, e demais profissionais que se interessem pela área da probabilidade, a reflexão sobre o ensino e aprendizagem de medida de chance nas aulas de matemáticas e a discussão sobre o desenvolvimento do pensamento probabilístico dos alunos do ensino fundamental. As questões relacionadas a aleatoriedade presentes no cotidiano das pessoas e em diversas áreas de conhecimento contribuiu para a inserção da probabilidade no currículo da maioria das escolas brasileiras. As ações desenvolvidas pelas pessoas no cotidiano envolvem procedimentos não convencionais de medida. Tais procedimentos são importantes para a formação conceitual de medir, porém, é preciso que conceitos formais sejam desenvolvidos na escola. A medida de chances envolvem diversos conceitos – clássico, frequentista, formal, lógico, subjetivista e geométrico -, que em algumas situações se articulam e em outras, se opõe. Tais conceitos conduzem as pessoas a diferentes interpretações de conceitos probabilísticos. Neste minicurso tais considerações serão apresentadas a partir de jogos, situações problemas e experimentação, utilizados como recursos pedagógicos em contexto de sala. Para tanto, propomos o desenvolvimento de quatro atividades: jogo do par ou ímpar, proposta do Lobo Mau a Chapeuzinho, corrida ao topo e corrida de cavalos. As referidas atividades possibilitam aos participantes o contato com a linguagem probabilística, experimentação de situações reais e simuladas, estimativa e medida de chance. Ao final do desenvolvimento de cada atividade será proposta uma análise crítica sobre as atividades desenvolvidas e a formação de conceitos de probabilidade como medida de chance com os participantes.
MINISTRANTES: Jaqueline Aparecida Foratto Lixandrão Santos (UFCG); Aluska Dias Ramos de Macedo Silva (UFCG); Leonardo Lira De Brito (UFCG)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária:

Vagas Disponíveis: 0

EMENTA: O presente minicurso propõe discutir as metodologias e possibilidades de promoção do debate acerca das questões de saúde e meio ambiente no contexto escolar. Os debates propostos, ao longo das atividades, baseiam-se na experiência acumulada da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com as escolas através da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma). A experiência da Obsma/Fiocruz traz elementos fundamentais para a reflexão sobre como a ciência tem sido abordada nas escolas brasileiras por conta de suas características de atuação e abrangência no território nacional. Voltado, fundamentalmente, para escolas, este programa institucional da Fiocruz possui três eixos principais de atuação: formação continuada de professores da educação básica; edital de seleção e premiação, bianual, de trabalhos desenvolvidos por professores em escolas; e desenvolvimento de atividades voltadas para alunos da educação básica mediadas por pesquisadores e alunos de pós-graduação da Fiocruz. Neste sentido, se colocam como eixos estruturantes do debate os seguintes pontos: educação, divulgação e popularização da ciência e tecnologia; saúde e meio ambiente; transversalidade no currículo escolar; formação continuada de docentes da educação básica; articulações possíveis entre a pós-graduação e a educação básica. Com o minicurso “Saúde e meio ambiente: escolas, pesquisa e pós-graduação” espera-se i) promover a reflexão acerca das interações ensino e pesquisa, ii) pensar o caráter multidisciplinar e transversal da saúde, do meio ambiente, da ciência e tecnologia no ambiente escolar, iii) produzir material que se constitua como apoio para o desenvolvimento de práticas que articulem a pós-graduação e a educação básica. A principal contribuição do minicurso será, portanto, introduzir e aprofundar reflexões acerca das possibilidades do desenvolvimento de projetos de pesquisa que dialoguem com o ambiente escolar.
MINISTRANTES: Jefferson de Matos Campos (FIOCRUZ); Cristina Araripe Ferreira (FIOCRUZ); Carlos José Saldanha Machado (FIOCRUZ)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

EMENTA: Esta proposta de minicurso tem como objetivo trabalhar os conteúdos fundamentais desenvolvidos na implementação de um projeto (laboratório/oficina de Energias Renováveis) para os Cursos Superiores de Tecnologias e licenciaturas em ciências da natureza e matemática. Este projeto destina-se não apenas à ocupação dos tempos livres dos alunos, mas também a completar os conteúdos desenvolvidos nas atividades complementares. Atendendo a esses pressupostos, propomos atividades, como aulas teóricas (textos, slides, vídeos), avaliações e experiências, a serem trabalhadas conforme conteúdo proposto. O projeto pretende também contribuir para uma ação formativa dos professores, baseando-se em ações significativas para trabalhar junto aos alunos dos ensino básico, tendo como objetivo contrariar a tendência de teorizar excessivamente os conteúdos de Ciências. Constata-se que pouco se discute na região Nordeste do Brasil o assunto energias renováveis nos conteúdos de Ciências do Ensino básico, as práticas educativas e principalmente as atividades experimentais são quase inexistentes em uma região rica no uso das energias renováveis (Eólica e fotovoltaica). Nos últimos dez anos a matriz energética da região Nordeste mudou e ainda se observa os vários exemplos de questões em livros abordando o conteúdo energia com base nas formas não renováveis. Este minicurso apresenta de forma inovadora o assunto, com atividades experimentais e uso das tecnologias digitais para discutir as ENERGIAS RENOVÁVEIS EM EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA.
MINISTRANTES: Jeronimo Freire da Silva (UNINASSAU)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

EMENTA: Esta proposta objetiva discutir/analisar as etapas que devem compor um projeto de pesquisa em nível de graduação e pós-graduação stricto sensu, e os critérios que devem ser observados na construção de um projeto de pesquisa. Este minicurso surgiu a partir de observações sobre a dificuldade que alguns pesquisadores possuem quando necessitam elaborar seus roteiros para realização de pesquisa. Destacamos que geralmente as pessoas já apresentam dificuldades para a produção de qualquer tipo de texto e ainda mais quando se trata das especificidades de um projeto em relação à sua estruturação e ao conteúdo de cada parte. O minicurso apresenta como objetivo propiciar reflexões sobre a produção de um projeto de pesquisa de modo que possam ser adquiras ferramentas para uma melhor produção de texto. O conteúdo será o processo de produção/construção de um projeto de pesquisa, desde a escolha do tema até as partes do projeto. Também refletiremos sobre as regras de formatação de um projeto de pesquisa qualitativa e quantitativa, enfatizando questões problemas, objetivos e triangulação de dados. Além disso, faremos uma breve exposição sobre as regras da ABNT no que concerne a produção de referência bibliográfica e de citação. Ainda faremos uma sucinta reflexão sobre a linguagem acadêmico-científica e seleções de cursos stricto sensu adequada a um projeto de pesquisa. Para tanto, teremos como embasamento teórico as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, Silveira e Córdova (2009), entre outros. Com isso, o público-alvo a que se destina esse minicurso são pesquisadores iniciantes. A Metodologia/Estratégias do minicurso: Aula expositiva dialogada, fazendo uso de imagens e recursos audiovisuais (duração 2 horas), seguidos de exercícios práticos que contribuam para elaboração de aperfeiçoamento de pesquisa com ênfase no problema e objetivos da pesquisa (duração 1 hora). A Avaliação do minicurso levará em consideração a participação dos alunos nas discussões realizadas e suas respectivas auto avaliações de suas questões de pesquisa construídos (duração 1 hora).
MINISTRANTES: João Manoel da Silva Malheiro (UFPA); Carlos José Trindade da Rocha (UFPA)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

EMENTA: Intencionamos neste minicurso trabalhar alguns conceitos da Geometria, tais como: percepção espacial; estudo de área e perímetro de figuras planas; congruência de polígonos; eixos de simetria; relação da geometria plana com a geometria espacial; identificação de posições por meio de desafios geométricos, por meio de desafios geométricos. Esta proposta de trabalho visa apresentar metodologias alternativas para o profissional responsável pelos processos de ensino e aprendizagem de Geometria da Educação Básica e do Ensino Superior. Buscamos respaldo teórico no campo da Educação e Educação Matemática. Assim, de acordo com as atividades que serão desenvolvidas acreditamos que os cursistas terão oportunidade de perceber que é possível aprender Geometria por meio de desafios. Ademais, será um momento de formação para todo o profissional que deseja e se interessa por temáticas semelhantes.
MINISTRANTES: Júlio Pereira da Silva (UEPB); Misleide Silva Santiago (UEPB)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 1

EMENTA: Os Mapas Conceituais (MC) são meios instrucionais dinâmicos e flexíveis que favorecem a associação e a inter-relação entre antigos e novos conceitos, bem como, proporcionam a apropriação e construção de novos conhecimentos, assim como preconizado pela Teoria da Aprendizagem Significativa (TAS) de Ausubel. Considerando os MC e suas potencialidades dentro do processo de ensino e aprendizagem, destacamos as possibilidades destes para os professores em diversos aspectos, tais como: ensinar novos conteúdos; reforçar a compreensão; verificar a aprendizagem e identificar conceitos mal compreendidos; avaliar a aprendizagem, entre ouros. Diante disto, o minicurso tem por objetivos despertar, entre os congressistas, o interesse pelo uso de Mapas Conceituais no desenvolvimento do processo ensino e aprendizagem dos diversos conteúdos de ciências, também, subsidiar tecnicamente a elaboração e o uso deste na prática pedagógica dos licenciandos/docentes. A proposta está fundamentada na Teoria Aprendizagem Significativa de Ausubel e nas estratégias de elaboração e utilização dos Mapas Conceituais recomendados por Novak. O minicurso será efetivado por meio de palestras, rodas de conversas e oficinas. Será desenvolvido em seis etapas: (1) apresentação dos mapas conceituais: o que é, como elabora-los e utiliza-los; (2) fundamentação teórica que embasa os MC e sua utilização no ambiente de aprendizagem; (3) apresentação de recurso tecnológico (Software Cmap Tools) para elaboração de MC; (4) proposta de conteúdos dentro das disciplinas de Ciências/Biologia, química e física para serem trabalhados por meio dessa ferramenta; (5) construção de MC com os conteúdos propostos anteriormente, e (6) socialização de MC elaborados pelos participantes. Acreditamos que ao final, os congressistas terão adquirido conhecimento para desenvolver Mapas Conceituais em qualquer conceito/conteúdo trabalhados na disciplina de Ciências, bem como aplicar em suas atividades docentes.
MINISTRANTES: Clécio Danilo Dias da Silva (UFRN); Lúcia Maria de Almeida (UFRN); Daniele Bezerra dos Santos (UFRN)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: SALÃO CIRCULAR

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 2

EMENTA: O uso de histórias em quadrinhos digitais, HQDs, nas salas de aulas pode ser tratado como um método ou prática pedagógica para melhorar o ensino e a aprendizagem da Matemática. Os quadrinhos sempre foram uma mídia sedutora, principalmente para o público infanto-juvenil. A maioria dos livros didáticos, avaliação e vídeos educativos utilizam quadrinhos para contextualizar algum conteúdo. Em nosso minicurso utilizaremos o aplicativo educacional ComicLife3 para que os participantes construam histórias em quadrinhos digitais HQDs. O ComicLife3 é um aplicativo temporariamente gratuito, de fácil manuseio e agradável, capaz de transformar imagens e palavras em HQDs. Após a instalação, a partir da http://comiclife.com/, o aplicativo permanece disponível por trintas dias, possibilitando uma representação visual do conhecimento, sendo fundamental no caso da Matemática. No primeiro momento de nosso minicurso explanaremos aos participantes o uso de HQDs na educação e na educação matemática. Após este, explicaremos como acessar o aplicativo e como utilizá-lo. Por fim, os participantes, em duplas, construirão HQDs sobre conteúdos matemáticos escolhidos pelas duplas. O desenvolvimento de tecnologias oferece um grande número de possibilidades de desenvolvimento curricular, em especial na Matemática, que pode ser aproveitado. Ao estudar e trabalhar com HQDs para fins educacionais, esperamos despertar nos participantes de nosso minicurso uma Matemática diferente da qual os alunos, por vezes, temem ou até mesmo não atribuem significado algum.
MINISTRANTES: Nahara Morais Leite (UEPB); Rafael Pereira da Silva (UEPB); Abigail Fregni Lins (UEPB)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: SALÃO CIRCULAR

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

EMENTA: As equações diferenciais são um dos objetivos de vários cursos, seja de matemática ou de áreas afins, visto que diversos problemas são modelados por tais equações. Diante da importância deste estudo em diversas áreas, propõe-se um relato histórico das equações diferenciais que são alicerçadas pelo cálculo diferencial e é tema de estudo para diversos pesquisadores. Pode-se entender que a história tem início no desenvolvimento do cálculo passando pelas contribuições de diversos cientistas do século XVII aos dias atuais. Diversos autores são importantes nesta história, visto que diversas equações ou métodos leva o nome de um cientista. Para que ser possa compreendida a origem e a importância das equações diferencias, o relato histórico é feito de forma cronológica destacando o autor e suas principais contribuições.
MINISTRANTES: Otávio Paulino Lavor (UFERSA); Humberto César Chaves Fernandes (UFRN)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: SALÃO CIRCULAR

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0


MINISTRANTE: Rodolfo Ramos Castelo Branco (NUTES/UEPB)
DIA: 07 de junho de 2017
HORÁRIO: 14h às 18h
LOCAL: BALL ROOM

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

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